
O poder das palavras
As vezes, somos levados a pensar que nossas palavras simplesmente desaparecem no ar, ou que caem no chão e morrem. Mas será que é assim? Jesus disse que daremos conta de tudo o que falarmos, e que pelas nossas palavras seremos justificados ou condenados (Mt. 12:36, 37).
Um dos mandamentos bíblicos mais quebrados por nós, cristãos, certamente é o “não julgueis”. É quase impossível falar sobre alguém sem emitir “comentários”, e é nessa hora que nossa consciência deve acender o “sinal vermelho” nos advertindo “Cuidado com o que sai da sua boca”. A nós, seres humanos falhos e pecadores, não foi dado nenhuma autorização para decidir como juiz, sentenciar, formar juízo ou pronunciar sentença sobre a vida de quem quer que seja. As vezes, usamos argumentos para tentar justificar uma língua ferina, mas nenhum argumento humano satisfará a justiça do Senhor.
A expressão “palavra frívola” traz a conotação de inútil, leviana, mexeriqueira, maldosa, com intenções maliciosas, etc. Tiago 3:1-12 nos dá uma profunda lição sobre o uso da língua, e a maior lição entre todas deste texto é que, se nossa língua não está proferindo benção, é porque está sendo dirigida por Satanás – sendo assim, todos sabem o quanto emprestam suas bocas para ser instrumento de maldição!
A Bíblia diz que “A boca do justo é manancial de vida...” (Pv.10:11) e “Nas palavras do sábio há favor...” (Ec. 10:12); e assim como a macieira só produz maça e não pode produzir outro fruto, a Palavra de Deus nos alerta que pelo fruto dos lábios de alguém se conhece o seu coração (Mt. 12:33; Lc.6:43-45).
O texto nos deixa claro que daremos conta por cada palavra que nossos lábios proferirem. Então, está mais do que claro, de que nossas palavras não se perdem no ar e nem caem no chão... está tudo registrado!
Nossos lábios podem ser benção na nossa vida e na vida dos outros, mas se não vigiarmos, poderá ser maldição.
Estejamos atento ao que falamos, ao nosso palavreado, às nossas conversar, e sejamos instrumento de benção da parte do Senhor.
Pr. Josivan M. dos Santos
As vezes, somos levados a pensar que nossas palavras simplesmente desaparecem no ar, ou que caem no chão e morrem. Mas será que é assim? Jesus disse que daremos conta de tudo o que falarmos, e que pelas nossas palavras seremos justificados ou condenados (Mt. 12:36, 37).
Um dos mandamentos bíblicos mais quebrados por nós, cristãos, certamente é o “não julgueis”. É quase impossível falar sobre alguém sem emitir “comentários”, e é nessa hora que nossa consciência deve acender o “sinal vermelho” nos advertindo “Cuidado com o que sai da sua boca”. A nós, seres humanos falhos e pecadores, não foi dado nenhuma autorização para decidir como juiz, sentenciar, formar juízo ou pronunciar sentença sobre a vida de quem quer que seja. As vezes, usamos argumentos para tentar justificar uma língua ferina, mas nenhum argumento humano satisfará a justiça do Senhor.
A expressão “palavra frívola” traz a conotação de inútil, leviana, mexeriqueira, maldosa, com intenções maliciosas, etc. Tiago 3:1-12 nos dá uma profunda lição sobre o uso da língua, e a maior lição entre todas deste texto é que, se nossa língua não está proferindo benção, é porque está sendo dirigida por Satanás – sendo assim, todos sabem o quanto emprestam suas bocas para ser instrumento de maldição!
A Bíblia diz que “A boca do justo é manancial de vida...” (Pv.10:11) e “Nas palavras do sábio há favor...” (Ec. 10:12); e assim como a macieira só produz maça e não pode produzir outro fruto, a Palavra de Deus nos alerta que pelo fruto dos lábios de alguém se conhece o seu coração (Mt. 12:33; Lc.6:43-45).
O texto nos deixa claro que daremos conta por cada palavra que nossos lábios proferirem. Então, está mais do que claro, de que nossas palavras não se perdem no ar e nem caem no chão... está tudo registrado!
Nossos lábios podem ser benção na nossa vida e na vida dos outros, mas se não vigiarmos, poderá ser maldição.
Estejamos atento ao que falamos, ao nosso palavreado, às nossas conversar, e sejamos instrumento de benção da parte do Senhor.
Pr. Josivan M. dos Santos
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