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Uma batalha contra o paganismo

Lendo Rm. 10: 13-15, encontramos os quatro famosos “como?” da Bíblia. Primeiramente, há uma promessa de que “todo o que invocar o nome do Senhor será salvo” – uma citação do profeta Joel (Jl. 2:32).

O “invocar” o nome do Senhor, porém, vem depois do confiar, e para que confiem é necessário ouvir, e para ouvirem é necessário que alguém pregue e, para tal, que este “alguém pregador” seja enviando. Assim, nesta sucessão de idéias, vemos que Deus nos deu uma responsabilidade como igreja: formarmos, enviarmos e sustentarmos missionários. Quando fazemos isto, eles pregam, as pessoas ouvem, e poderão, então, clamar ao Senhor, sendo salvas.

Do contrário, não enviamos, não há pregação e, muito menos, salvação. É o “ide” que o Senhor Jesus ordenou-nos – MT. 28: 18-20; Mc. 16:15. A propagação do Evangelho entre as tribos e os povos ainda não alcançados é muito mais importante do que qualquer outra coisa.

Lemos os boletins missionários e até conhecemos alguns desafios, mas parece faltar à igreja a consciência, ou assumir o compromisso de que milhões de pessoas clamam por demônios, porque nunca ouviram falar de Jesus.

Diariamente, milhares de pessoas morem sem conhecer a Jesus. A fome, a miséria, doenças, violência, guerras, entre outros, são fatores que estão presentes em todo o mundo, e que estão sempre em índices crescentes, agravando ainda mais a urgência da nossa missão.

As juntas missionárias de todos os lugares solicitam candidatos à obra missionária. O próprio Senhor Jesus apresentou a problemática da escassez de trabalhadores (MT. 9: 37, 38).

A igreja está vivendo um momento de extrema urgência e precisa se mobilizar. Testemunhar de Cristo aqui, mas não esquecer-se dos confins da terra.


O Clamor do Mundo
Oswaldo Smith – Ed. Vida

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