
“Contudo, muitos dentre as próprias autoridades creram nele, mas, por causa dos fariseus, não o confessaram, para não serem expulsos da sinagoga; porque amaram mais a glória dos homens do que a glória de Deus” (Jô. 12:43 – 44).
Neste texto observamos que João escreve aos seus leitores originais a cerca do comportamento de algumas autoridades que, apesar de crerem em Jesus, não o confessaram como Senhor de suas vidas.
Quando Jesus entra em Jerusalém na semana da Páscoa, antes da crucificação e é saudado como rei, a maioria das pessoas, apesar de presenciarem ou tomarem ciência da realização de muitos milagres, não creram nele. Contudo, muitos dos que possuíam cargos na sociedade, creram, mas preferiram não confessar publicamente. O medo e a vergonha os impediram, pois eram pessoas importantes nas sinagogas e poderiam perder seus cargos e posições . Eles amaram mais os seus cargos na sinagoga do que a glória dada por Deus. Eles preferiam reter em suas mãos o que era terreno e passageiro, ao receber o que era eterno, da parte de Deus, tal como ocorrera com o jovem rico quando encontrou-se com Cristo: “E Jesus, fitando-o, o amou e disse: Só uma coisa te falta: Vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu; então, vem e segue-me. Eles, porém, contrariando com esta palavra, retirou-se triste, porque era dono de muitas propriedades” (Marcos 10:21 – 22).
João narra esse episódio a fim de mostrar que, mesmo o povo não crendo em Jesus, como já tinha sido dito pelo profeta Isaías, as autoridades que creram, preferiram o rejeitar diante do público por medo dos fariseus, a seita mais severa do judaísmo e que exerciam grande influência sobre os camponeses e os mais simples.
Disse Jesus: “Eu vim em nome de meu Pai, e não me recebeis; se outro vier em seu próprio nome, certamente, o recebereis. Como podeis crer, vós os que aceitais glória uns dos outros e, contudo, não procurais a glória que vem do Deus único?” (João 5:43 – 44).
Podemos extrair deste texto algumas lições para nossas vidas, tais como:
- Que o amor de Deus precisa ocupar o primeiro lugar em nossas vidas;
- Que por vezes fraquejamos e envergonhados, acabamos não demonstrando esse amor que em nós habita em determinadas circunstâncias, tal como fizeram as autoridades que tiveram medo da reação dos fariseus;
- Que qualquer glória ou posição aqui deste mundo não se compra à glória que Deus tem para nos oferecer.
Deus os abençoe!
Fabiano de Oliveira
Trabalho do CCM
Neste texto observamos que João escreve aos seus leitores originais a cerca do comportamento de algumas autoridades que, apesar de crerem em Jesus, não o confessaram como Senhor de suas vidas.
Quando Jesus entra em Jerusalém na semana da Páscoa, antes da crucificação e é saudado como rei, a maioria das pessoas, apesar de presenciarem ou tomarem ciência da realização de muitos milagres, não creram nele. Contudo, muitos dos que possuíam cargos na sociedade, creram, mas preferiram não confessar publicamente. O medo e a vergonha os impediram, pois eram pessoas importantes nas sinagogas e poderiam perder seus cargos e posições . Eles amaram mais os seus cargos na sinagoga do que a glória dada por Deus. Eles preferiam reter em suas mãos o que era terreno e passageiro, ao receber o que era eterno, da parte de Deus, tal como ocorrera com o jovem rico quando encontrou-se com Cristo: “E Jesus, fitando-o, o amou e disse: Só uma coisa te falta: Vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu; então, vem e segue-me. Eles, porém, contrariando com esta palavra, retirou-se triste, porque era dono de muitas propriedades” (Marcos 10:21 – 22).
João narra esse episódio a fim de mostrar que, mesmo o povo não crendo em Jesus, como já tinha sido dito pelo profeta Isaías, as autoridades que creram, preferiram o rejeitar diante do público por medo dos fariseus, a seita mais severa do judaísmo e que exerciam grande influência sobre os camponeses e os mais simples.
Disse Jesus: “Eu vim em nome de meu Pai, e não me recebeis; se outro vier em seu próprio nome, certamente, o recebereis. Como podeis crer, vós os que aceitais glória uns dos outros e, contudo, não procurais a glória que vem do Deus único?” (João 5:43 – 44).
Podemos extrair deste texto algumas lições para nossas vidas, tais como:
- Que o amor de Deus precisa ocupar o primeiro lugar em nossas vidas;
- Que por vezes fraquejamos e envergonhados, acabamos não demonstrando esse amor que em nós habita em determinadas circunstâncias, tal como fizeram as autoridades que tiveram medo da reação dos fariseus;
- Que qualquer glória ou posição aqui deste mundo não se compra à glória que Deus tem para nos oferecer.
Deus os abençoe!
Fabiano de Oliveira
Trabalho do CCM
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