
“Ele não está aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos de como vos preveniu, estando ainda na Galiléia, quando disse: Importa que o Filho do Homem seja entregue nas mãos de pecadores, e seja crucificado, ressucite no terceiro dia.” (Lucas 24:6-7).
Os fariseus e os sacerdotes não esperavam a ressureição do Senhor. Ficaram receosos de que o corpo fosse roubado pelos discípulos de Jesus para simular uma ressureição. Para impedir este possível ato, conseguiram que Pilatos colocasse uma escolta para guardar o túmulo (Mt 26:62ss).
As piedosas mulheres da Galiléia que acompanharam o Senhor até Jerusalém e que lhe prestavam assistência com os seus bens (Lc 8:1-3), semelhantemente, não esperavam a ressureição de Jesus. Na madrugada do domingo, elas foram ao túmulo, não para assistir à cena da ressureição, mas para ungir o corpo do Senhor (Lc. 24:1-3).
Os apóstolos também não estavam contando com a ressureição de Jesus. Quando souberam do acontecimento pelas mulheres, “as palavras delas lhes pareciam loucura” (Lc. 24:11). Um deles, Tomé, era o mais resistente de todos e não deu crédito nem às mulheres, nem aos apóstolos (Jo 20:25). E os dois discípulos a caminho de Emaús, mesmo ouvindo o testemunho das mulheres, continuavam descrentes quanto a ressureição de Jesus (Lc. 24:13ss).
Não obstante essa estranha e persistente incredulidade, tanto da parte dos opositores, como da parte dos discípulos, o túmulo estava destampado e vazio naquele soleníssimo terceiro dia. O morto, Cristo, havia retomado a sua vida, como prometera! (Jo 2:19).
Amados, e quantos a nossa volta, vivem rodeados pela incredulidade que os impedem de desfrutaram da vida abundante que Deus tem a oferecer a todos que confessam e crêem no seu Nome?
Deus espera que nós, como seus representantes na terra, possamos gozar de uma viva fé, evidente em nossas ações, projetos, pensamentos e palavras, a fim de levarmos em nosso viver a certeza, a convicção, de um Deus que é vivo e verdadeiro, e que deseja alcançar a muitos com seu tão grande amor, demonstrado através do sacrifício de seu único Filho, na cruz do Calvário.
Deus nos abençoe!
Silo Dartora
Os fariseus e os sacerdotes não esperavam a ressureição do Senhor. Ficaram receosos de que o corpo fosse roubado pelos discípulos de Jesus para simular uma ressureição. Para impedir este possível ato, conseguiram que Pilatos colocasse uma escolta para guardar o túmulo (Mt 26:62ss).
As piedosas mulheres da Galiléia que acompanharam o Senhor até Jerusalém e que lhe prestavam assistência com os seus bens (Lc 8:1-3), semelhantemente, não esperavam a ressureição de Jesus. Na madrugada do domingo, elas foram ao túmulo, não para assistir à cena da ressureição, mas para ungir o corpo do Senhor (Lc. 24:1-3).
Os apóstolos também não estavam contando com a ressureição de Jesus. Quando souberam do acontecimento pelas mulheres, “as palavras delas lhes pareciam loucura” (Lc. 24:11). Um deles, Tomé, era o mais resistente de todos e não deu crédito nem às mulheres, nem aos apóstolos (Jo 20:25). E os dois discípulos a caminho de Emaús, mesmo ouvindo o testemunho das mulheres, continuavam descrentes quanto a ressureição de Jesus (Lc. 24:13ss).
Não obstante essa estranha e persistente incredulidade, tanto da parte dos opositores, como da parte dos discípulos, o túmulo estava destampado e vazio naquele soleníssimo terceiro dia. O morto, Cristo, havia retomado a sua vida, como prometera! (Jo 2:19).
Amados, e quantos a nossa volta, vivem rodeados pela incredulidade que os impedem de desfrutaram da vida abundante que Deus tem a oferecer a todos que confessam e crêem no seu Nome?
Deus espera que nós, como seus representantes na terra, possamos gozar de uma viva fé, evidente em nossas ações, projetos, pensamentos e palavras, a fim de levarmos em nosso viver a certeza, a convicção, de um Deus que é vivo e verdadeiro, e que deseja alcançar a muitos com seu tão grande amor, demonstrado através do sacrifício de seu único Filho, na cruz do Calvário.
Deus nos abençoe!
Silo Dartora
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