O espírito de Mamom operando em Saul
Quando Deus enviou Samuel com uma ordem expressa para que Saul destruísse completamente Amaleque (I Sm.15), o espírito de insatisfação pessoal tomou conta do espírito e das emoções de Saul:
* Pouparam tudo que julgavam conveniente para si – vs. 9
* Deixou de seguir ao Senhor – vs. 11
* Levantou um monumento para si – vs. 12
* Agiu com hipocrisia – vs. 13,14
* Culpou o povo por sua decisão – vs. 15
* Não mais reconhecia o Senhorio de Deus – vs.15 e 21
* Preferiu ser honrado por homens, que se arrepender dos seus pecados – vs. 30.
Saul sabia bem o que estava acontecendo. Ele perdeu o reino por conseqüência de sua decisão. Esse episódio deve nos servir de exemplo. Deus não negocia a sua santidade, nem suas ordenanças, nem seus princípios. Se agirmos contra ele devemos estar prontos para arcar com as conseqüências.
Parece uma loucura escolhermos algo errado como opção, mas quando uma pessoa entra por este caminho, ela pensa, enganosamente, estar com a razão. Ela assegura-se em justificativas, mesmo que incoerentes, ela prefere acreditar no engano do que confessar que está errada, voltando atrás nas suas decisões. Foi assim com o rei Saul, inclusive preferindo matar-se, ao reconhecer ante o Senhor que havia falhado na sua escolha. (I Sm.15; 28; 31).
Mesmo não sendo o homem escolhido por Deus, mas sim pelo povo (I Sm.8), Saul necessariamente não teria que desviar-se do Senhor. Ele preferiu desobedecer, fazer do seu jeito. Deus não era o seu senhor!!!
Quantos freqüentam igrejas mas não tem o senhorio de Cristo em suas vidas? O Senhor Jesus disse “Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?” (Lc.6:46). Quando dizemos que entregamos nossa vida a Cristo, e que Ele é o nosso senhor, então o mais importante não é o que vamos lucrar (receber) com isso, mas a dedicação do nosso coração a Deus.
Muitos tem vindo receber do Senhor, e saem frustrados, porque não é por aí... poucos tem vindo entregar-se ao Senhor, e esses, mesmo que não estejam procurando nada, recebem.
Pr. Josivan Santos
Palavra ministrada na IBNAGE, em Out-Nov/2010

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