A Parábola das Dez Virgens – Mt. 25: 1-13
No domingo, 21/abril/2013, o Pastor Josivam Marques dos
Santos, ministrou a Palavra no Recanto Ágape. Veja a seguir alguns trechos da
pregação:
Pelas notícias que recebemos na mídia, até parece que
Satanás está vencendo. Porém, sabemos que o Senhor Jesus continua no controle
de tudo.
Nesta parábola – Mt. 25:1-13 - está enfatizado a necessidade
de atenção e vigilância, quanto ao tempo da vinda do nosso Senhor. Neste tempo,
é necessário enfatizar o posicionamento como Igreja, e também sobre a segunda
vinda de Cristo.
Será que a Igreja tem consciência do momento que estamos vivendo?
Temos consciência que estamos vivendo um dos momentos mais críticos da história?
Podemos resumir este tempo como “Globalização da Profanação” (tudo oque é profano,
é oposto ao que é santo, puro, verdadeiro, honesto, etc).
Oque é profano tem se tornado normal, e estamos quase nos
acostumando a isso. O perigo é este: nos
acostumarmos com algo que não é normal...
Ao invés de correr para a santidade de Deus, os passos da Igreja tem se
voltado mais e mais pra o profano, o comum, o humano. E, a profanação começa na
mente corrompida pelo pecado...
Em II Timóteo 3:1-9, o apóstolo Paulo declara a Timóteo “Sabe,
porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão
... , “profanos”... amigos dos prazeres e inimigos de Deus...” Aqui, Paulo fala
para Timóteo que ele ensine a Igreja. A mensagem é para os “da casa”
então... A ocupação que temos é com as
pessoas que dizem conhecer a Jesus, mas que, na verdade, estão num reino
diferente.
Quando o coração torna-se profano, ele perde o senso do
espiritual. É a cauterização, amortecimento, indolência dos sentimentos. Temos o exemplo de Jonas, o “profeta fujão”,
que experimentou isso. ( Jn. 1.5 ). Quando Deus manda Jonas para Nínive, Ele
tem uma ocupação com aquele povo. Sendo assim, o conhecimento que temos do
Senhor nos faz responsáveis por aqueles que ainda não conhecem a Cristo como
Senhor e Salvador.
Somos, como povo evangélico, mais de 45 milhões de pessoas
no Brasil. Mas, que diferença tem feito isso em nosso país ? Não fazemos diferença porque a Igreja se
tornou indolente...
O “mundo” sem Deus quer saber oque está acontecendo... e a
resposta está na Igreja. Mas, será que
conseguimos entender, como Igreja, que oque está acontecendo é por causa da
Igreja ? Nosso grande desafio é impor
aos descrentes, com amor, a cosmovisão do reino de Deus, convencendo de que
temos a melhor vida. Esse é o chamado da Igreja.
A Igreja tem se preparado para ir para o céu, mas não tem se
preparado para viver na terra. E tem vivido no mundo como se não fosse morar no
céu.
Por isso, agora é tempo de decisão, é tempo de compromisso. Devemos
entender que não temos nada sobre nosso controle, e precisamos conservar a “lâmpada”
cheia; estarmos fundamentados na Palavra de Deus, e de acordo com a vontade d’Ele,
pois o tempo de Deus chegará. Um dia, ouviremos o grito “Eis o Noivo !!!”
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