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O pecado dissimulado 
é abominável a Deus

Quando lemos Oséias 5:15 ao 6:11, vemos a situação do povo de Deus. Eles viviam uma vida falsa, onde faziam tudo o que desagradava a Deus, e depois vinham com suas ofertas, seus sacrifícios e suas orações, de forma dissimulada, na certeza absoluta que suas manobras dariam certo, e que Deus os abençoaria pelo cumprimento dos “ritos” religiosos.

Às vezes, estamos agindo da mesma forma. E tudo parte da premissa da forma de COMO vemos Deus. O povo fazia manobras para ser beneficiado, quando escutavam as exortações dos profetas, apresentando uma oração insincera. Algo que convence o próximo, mas não a Deus.

Tenho dito sempre que as nossas performances não impressionam a Deus. As manobras não sensibilizam a Deus. No texto, a Bíblia relata que Israel vivia uma falsa vida religiosa, onde tentava combinar o pecado com a prática da oração e da adoração, ao que Deus chamou de “uma coisa horrenda na casa de Israel”.
Por vezes, há pessoas dentro do contexto da igreja que querem viver assim, associando o pecado com a oração e adoração, e Deus não se deixa sensibilizar-se com tais manobras, pelo contrário, exigirá de nós compromisso.

Quando olho o livro do profeta Jonas, Deus tem misericórdia do povo de Nínive, 120 mil pessoas que, segundo Ele, não sabiam discernir entre a mão direita e a esquerda, por isso, envia o profeta para pregar, e o povo se arrepende, desde seu rei até o último do povo. Mas Israel, o “povo de Deus” Ele permite que fosse destruído, e Judá, que chegasse ao cativeiro, no sofrimento, para juízo e limpeza.

Conosco não será diferente. As pessoas que não conhecem a Deus fazem o que lhe é próprio. Mas nós, que dizemo-nos “filhos” de Deus não seremos poupados, porque temos conhecimento suficiente para saber que pecado não pode estar associado à vida cristã.

Pecado é errar o alvo, deve ser confessado e deixado, a fim de encontramos misericórdia – Pv.28:13. Israel não entendeu que o que Deus queria não eram os sacrifícios e as falsas orações – as manobras - mas o coração quebrantado, que confessa seu pecado porque quer permanecer limpo – Sl.51:17

Pr. Josivan M. dos Santos
Meditação compartilhada com o Conselho Gestor da IBNAGE – Abril/2013

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